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ACI Oportunidades

Consórcio de Equipamento

Consórcio de equipamento estético: laser de depilação próprio sem financiamento

Esteticista que aluga hora de laser perde margem e agenda para o proprietário do equipamento. Com consórcio, o aparelho é seu — e o retorno sobre o investimento começa desde a primeira sessão.

Wiverson Oliveira
Esteticista brasileira em sua clínica própria com equipamento estético adquirido via consórcio

O mercado de estética é um dos setores que mais crescem no Brasil. A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) e a Associação Brasileira de Estética (ABE) documentam crescimento consistente no número de clínicas, profissionais habilitados e demanda por procedimentos.

Depilação a laser, fototerapia, radiofrequência, criolipólise — procedimentos que até alguns anos atrás eram exclusivos de clínicas de alto padrão, hoje têm demanda crescente em cidades médias e bairros de periferia das capitais.

E o gargalo que a maioria das esteticistas enfrenta é sempre o mesmo: o equipamento é caro e está na mão de outra pessoa.

O modelo de aluguel de hora de laser e seus custos ocultos

A esteticista que não tem equipamento próprio opera de duas formas:

1. Aluguel de sala ou equipamento por hora O proprietário da clínica ou do equipamento cobra por hora de uso — entre R$ 80 e R$ 250/hora dependendo do aparelho e da cidade. A profissional atende o paciente, paga o aluguel, e o que sobra é sua margem.

2. Repasse por sessão Em alguns modelos, a esteticista faz as sessões na clínica parceira e repassa 30% a 50% do valor da sessão ao proprietário do espaço/equipamento.

Nos dois modelos, a profissional está construindo o patrimônio do proprietário do laser, não o seu.

O que um laser de depilação próprio muda na conta

Equipamentos de laser para depilação profissional (Soprano Ice, Diode Laser, Nd:YAG e similares) têm faixa de preço que vai de R$ 30.000 a R$ 180.000 dependendo da tecnologia, potência e marca.

Uma esteticista com 5 atendimentos de depilação por dia, 20 dias úteis/mês, cobrando em média R$ 80/sessão, fatura R$ 8.000 brutos mensais com esse equipamento. Se hoje repassa 40% para o proprietário — R$ 3.200/mês — em 12 meses são R$ 38.400 transferidos sem contrapartida patrimonial.

Um consórcio de equipamento nesse valor, com prazo de 72 meses e parcela adequada ao fluxo de caixa, transformaria esse mesmo desembolso em propriedade do ativo ao final do grupo.

Valores são aproximações educativas. A rentabilidade real depende de taxa de ocupação, precificação, custos operacionais e localidade. Não constitui promessa de retorno.

Por que o consórcio funciona melhor que o financiamento de equipamento

O crédito direto ao consumidor para equipamentos estéticos tem:

  • Juros: médias acima de 15% ao ano no crédito pessoal para pessoa física
  • Aprovação restritiva: exige comprovação de renda, especialmente para autônomas

O consórcio de equipamento:

  • Sem juros: taxa de administração no CET
  • Sem entrada: aderir não requer capital imediato
  • Avaliação cadastral na contemplação: mais acessível para profissionais autônomas
  • Parcela previsível: sem oscilação de taxa como no crédito bancário

A carta de crédito e os equipamentos aceitos

A carta de consórcio de equipamento pode ser usada para:

  • Aparelhos de laser para depilação e outros procedimentos
  • Equipamentos de radiofrequência, ultrassom focalizado, criolipólise
  • Cadeira de procedimentos, bancadas e mobiliário de clínica (em grupos que aceitam combinação)

Confirme com a administradora quais equipamentos e marcas são aceitos no grupo específico.

O que verificar antes de contratar

  1. Administradora regulada pelo Banco Central? Consulte bcb.gov.br
  2. CET total (taxa de administração + fundo de reserva)?
  3. O grupo aceita equipamento estético/médico? Confirme a modalidade
  4. Valor da carta: compatível com o equipamento desejado?
  5. Prazo do grupo alinhado ao seu fluxo de caixa?

A contemplação não é garantida e ocorre por sorteio ou lance nas assembleias mensais. Consulte o CET completo e o contrato antes de aderir.

Do aluguel de hora ao proprietário do ativo

Esteticista com laser próprio controla agenda, precificação e rentabilidade. O mesmo equipamento que hoje gera dependência de terceiros passa a ser o ativo mais valioso do seu negócio — depreciando a seu favor, gerando renda a sua margem.


Sobre este conteúdo: Informações elaboradas por Wiverson Oliveira, especialista em crédito e consórcios, com base na Lei 11.795/2008 (Lei do Consórcio), Resolução CMN 4.768/2019 e dados de mercado do setor de estética e beleza. Valores e simulações são aproximações educativas e não constituem proposta comercial. A contemplação no consórcio não é garantida — depende de sorteio ou lance. Consulte o CET completo e o contrato antes de aderir. A ACI Crédito Inteligente não é administradora de consórcio.


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Chaves de clínica e equipamento estético representando a esteticista com aparelho próprio

Sobre o autor

Wiverson Oliveira

Placeholder — bio oficial pendente do CEO.

Placeholder — credenciais oficiais pendentes do CEO.

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